1- Qual a origem da Semana Santa?
2- Explique separadamente cada dia da semana e ilustre.
3- Qual a origem e o significado da Páscoa?
4- Qual os simbolos da Páscoa Cristã? Ilustre.
FAZER ESTA ATIVIDADE NO SEU CADERNO ENTREGAR ENTRE OS DIAS 5 a 9 de ABRIL NO DIA DE SUA AULA!
segunda-feira, 22 de março de 2010
8ª AULA - O QUE É A SEMANA SANTA? ORIGEM, COSTUMES E SIGNIFICADOS
O que é a Semana Santa? Origem, costumes e significados.
A Semana Santa celebra todos os anos este acontecimento inefável: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. Na sexta-feira comemora-se especialmente a morte de Jesus Cristo, no sábado o dia de luto e no domingo a festa da ressurreição. Veja a seguir uma breve reflexão sobre esse importante evento religioso.
A Semana Santa não acontece na mesma data todos os anos. Assim como o carnaval, é um evento móvel que varia em relação ao calendário litúrgico da Igreja Católica. Assim, 40 dias depois da Quarta-Feira de Cinzas se iniciam os dias Santos. Ela começa no domingo de Ramos, que comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e termina no domingo de Páscoa propriamente dito.
O Domingo de Ramos é a festa litúrgica que celebra a entrada de Jesus Cristo na cidade de Jerusalém. Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração. Segundo os Evangelhos, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os discípulos. Entrou na cidade como um Rei, mas sentado num jumentinho - o simbolo da humildade - e foi aclamado pela população como o Messias, o Rei de Israel. A multidão o aclamava: "Hosana ao Filho de Davi!" Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição.
A Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão, é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos. Essa data é considerada como feriado no Brasil.
No domingo é celebrado a Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem) é um evento religioso católico, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação.
E o coelho com os ovos de chocolate? Onde entra na história?
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Onde foi parar o verdadeiro significado da Páscoa?
Com o aumento do consumismo e da secularização da sociedade, a páscoa, assim como outras datas comemorativas, tornou-se algo meramente comercial para a maioria das pessoas, que consideram a sexta-feira da paixão apenas como um feriado normal, e o domingo de páscoa mais uma oportunidade de trocas de presentes, seguida de comilança.
Seria antiquado nos dias atuais falar do verdadeiro significado da Páscoa e da Semana Santa? O Prof. Felipe Aquino escreveu um artigo entitulado “A Semana Santa que o mundo precisa”. Confira alguns trechos.
“O maior acontecimento da história da humanidade é a Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem. Nada neste mundo supera a grandiosidade desse acontecimento. Depois da Encarnação e Morte cruel de Jesus na Cruz, ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus pela humanidade. Disse o próprio Jesus que ‘Deus amou a tal ponto o mundo que deu o seu Filho Único para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna’ (João 3, 16).”
Fontes: Wikipédia; cancaonova.com; suapesquisa.com
sexta-feira, 19 de março de 2010
7ª AULA - OBJETIVO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2010
A Campanha da Fraternidade que as Igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) lançou no dia 17 de fevereiro, tem como objetivo geral ajudar a sociedade a construir uma economia que esteja a serviço da vida. Além do objetivo geral, outros cinco objetivos específicos fazem parte da Campanha.
Confira, abaixo, os objetivos da Campanha da Fraternidade Ecumênica-2010.
Objetivo geral: Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão.
Objetivos específicos:
1. Sensibilizar a sociedade sobre a importância de valorizar todas as pessoas que a constituem;
2. Buscar a superação do consumismo, que faz com que ‘ter’ seja mais importante do que as pessoas;
3. Criar laços entre as pessoas de convivência mais próxima em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais;
4. Mostrar a relação entre fé e vida, a partir da prática da justiça como dimensão constitutiva do anúncio do evangelho;
5. Reconhecer as responsabilidades individuais diante dos problemas decorrentes da vida econômica, em vista da própria conversão.
ATIVIDADE:
No seu ponto de vista como você pode estar ajudandando nesta campanha, escolha dois de seus objetivos específicos e comente:( 10 linhas minimo)
segunda-feira, 8 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
3ª e 4ª AULA - CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2010:ECONOMIA E VIDA
Campanha da Fraternidade 2010: Economia e Vida
Em 2010, o tema da Campanha da Fraternidade (CF-2010) será “economia e vida” e o lema, “vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Promovida todos os anos pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, desta vez, será por iniciativa ecumênica do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs.
A “fraternidade” é expressão de uma antropologia segundo a qual os seres humanos, no fundo, são todos irmãos, membros de uma única família humana, com dignidade e direitos fundamentais comuns. Decorre daí, como consequência ética, que esta dignidade deve ser reconhecida em cada ser humano e seus direitos fundamentais, respeitados e promovidos por todos. O que vale para um, vale para todos. Esta também é a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Na visão cristã, dizemos ainda que todos os seres humanos são filhos queridos do mesmo Deus; por isso, enquanto membros da família de Deus, eles devem relacionar-se como verdadeiros irmãos, não importando as diferenças de raça, povo, nação, cultura ou condição social. E, por isso mesmo, toda ofensa ou desrespeito ao próximo, assim como sua exclusão do acesso aos bens necessários à vida digna, também são ofensa a Deus.
Na CF-2010, a atividade econômica é o âmbito fundamental para a promoção e o exercício da fraternidade. O tema tem inegável pertinência e atualidade. Quem duvida que é, justamente, nesse campo de ações e relações humanas que acontecem as violações práticas, e mesmo, as negações mais flagrantes da fraternidade? Mas também é no âmbito das relações econômicas que se apresentam as oportunidades mais concretas para viver de modo efetivo a fraternidade. E mais: As ameaças cada vez mais evidentes contra a vida humana e, de modo geral, contra a vida na Terra, também estão relacionadas diretamente com causas econômicas; como não podia deixar de ser, a prevenção desses riscos depende da reorientação das atividades econômicas – decisão difícil de ser tomada, quer para os comportamentos pessoais, quer para a política econômica nacional e global.
A recente crise financeira e econômica demonstrou mais uma vez que a economia sem critérios éticos, ou com critérios equivocados, não tem bases sólidas e suas conseqüências são a pobreza e o sofrimento de muitas pessoas, grupos e de inteiros povos. A atividade econômica, que tem como objetivo supremo, em vez do suprimento das necessidades básicas do ser humano, o lucro a qualquer preço e o acúmulo sempre maior de bens, gera multidões de famintos, deixados à margem do grande giro econômico, excluídos do bem comum.
Além disso, a lógica econômica que privilegia a produção e o consumo de supérfluos também se torna uma grave ameaça à sustentabilidade da vida no planeta Terra. O aquecimento global, a poluição do ar, das águas e do solo, a corrida para a posse e a exploração econômica dos recursos naturais, até à sua exaustão, deixam evidentes os riscos para o futuro da nossa casa comum. Do ponto de vista social, as massas de empobrecidos, que migram para regiões mais prósperas do mundo, são conseqüência da atividade econômica desenvolvida por décadas, sem a preocupação básica com a solidariedade e a justiça econômica global. Mais que em outros tempos, hoje caímos na conta de que somos todos interdependentes; nossos benefícios também devem estender-se a todos, para que os males de outros não venham a ser nossos males também.
O papa Bento XVI, na sua mais recente encíclica – Caritas in veritate (A Caridade na Verdade), recordou de maneira magistral um princípio antigo da Doutrina Social da Igreja, que continua atualíssimo na era da globalização econômica: o progresso dos povos só será autêntico se tiver em conta o bem de todas as pessoas e da pessoa toda. Para alcançar isso, será necessária uma atenção sempre maior aos critérios da justiça social, da equidade e da solidariedade, para que os benefícios econômicos sejam efetivamente estendidos a todos. E teremos todos que aprender a viver de maneira mais sóbria, superando certo modo predatório de interagir com o próximo e com a natureza, assimilando sempre mais a ética do cuidado: Se formos todos bons cuidadores da natureza, ela ainda continuará a nos sustentar por muito tempo. Os rumos da economia não podem ficar entregues apenas à lógica do mercado, orientada pelo apetite do lucro a qualquer custo.
O lema da CF-2010 é um dito do Evangelho, no qual Jesus adverte contra o apego ao dinheiro, que pode tornar-se um empecilho para acolher de coração livre e desimpedido o reino de Deus: este é o bem supremo para o ser humano. “Não podeis servir a dois senhores porque, ou odiareis a um e amareis ao outro; ou vos apegareis a um e desprezareis ao outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Lc 16,13). O amor servil ao dinheiro chama-se avareza e pode transformar-se em verdadeira idolatria, levando o homem a sacrificar tudo, mesmo os valores éticos, a saúde e a própria dignidade, para acumular bens. “Que proveito traz isso ao homem? Acaso pode o dinheiro comprar a vida eterna?” - pergunta Jesus. A idolatria do dinheiro cega e torna insensível o coração humano diante das necessidades e sofrimentos do próximo. E também dá certa sensação de onipotência, que faz passar por cima da Lei de Deus.
A CF-2010 abordará a questão econômica de maneira não acadêmica e, de certa forma, provocadora, a partir do olhar dos menos beneficiados pelas teorias econômicas convencionais e de critérios que, apesar de esquecidos, são para alcançar os objetivos prioritários da economia: Pão na mesa, casa, educação, saúde e oportunidades de vida digna para todos os membros da família humana
Em 2010, o tema da Campanha da Fraternidade (CF-2010) será “economia e vida” e o lema, “vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Promovida todos os anos pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, desta vez, será por iniciativa ecumênica do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs.
A “fraternidade” é expressão de uma antropologia segundo a qual os seres humanos, no fundo, são todos irmãos, membros de uma única família humana, com dignidade e direitos fundamentais comuns. Decorre daí, como consequência ética, que esta dignidade deve ser reconhecida em cada ser humano e seus direitos fundamentais, respeitados e promovidos por todos. O que vale para um, vale para todos. Esta também é a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Na visão cristã, dizemos ainda que todos os seres humanos são filhos queridos do mesmo Deus; por isso, enquanto membros da família de Deus, eles devem relacionar-se como verdadeiros irmãos, não importando as diferenças de raça, povo, nação, cultura ou condição social. E, por isso mesmo, toda ofensa ou desrespeito ao próximo, assim como sua exclusão do acesso aos bens necessários à vida digna, também são ofensa a Deus.
Na CF-2010, a atividade econômica é o âmbito fundamental para a promoção e o exercício da fraternidade. O tema tem inegável pertinência e atualidade. Quem duvida que é, justamente, nesse campo de ações e relações humanas que acontecem as violações práticas, e mesmo, as negações mais flagrantes da fraternidade? Mas também é no âmbito das relações econômicas que se apresentam as oportunidades mais concretas para viver de modo efetivo a fraternidade. E mais: As ameaças cada vez mais evidentes contra a vida humana e, de modo geral, contra a vida na Terra, também estão relacionadas diretamente com causas econômicas; como não podia deixar de ser, a prevenção desses riscos depende da reorientação das atividades econômicas – decisão difícil de ser tomada, quer para os comportamentos pessoais, quer para a política econômica nacional e global.
A recente crise financeira e econômica demonstrou mais uma vez que a economia sem critérios éticos, ou com critérios equivocados, não tem bases sólidas e suas conseqüências são a pobreza e o sofrimento de muitas pessoas, grupos e de inteiros povos. A atividade econômica, que tem como objetivo supremo, em vez do suprimento das necessidades básicas do ser humano, o lucro a qualquer preço e o acúmulo sempre maior de bens, gera multidões de famintos, deixados à margem do grande giro econômico, excluídos do bem comum.
Além disso, a lógica econômica que privilegia a produção e o consumo de supérfluos também se torna uma grave ameaça à sustentabilidade da vida no planeta Terra. O aquecimento global, a poluição do ar, das águas e do solo, a corrida para a posse e a exploração econômica dos recursos naturais, até à sua exaustão, deixam evidentes os riscos para o futuro da nossa casa comum. Do ponto de vista social, as massas de empobrecidos, que migram para regiões mais prósperas do mundo, são conseqüência da atividade econômica desenvolvida por décadas, sem a preocupação básica com a solidariedade e a justiça econômica global. Mais que em outros tempos, hoje caímos na conta de que somos todos interdependentes; nossos benefícios também devem estender-se a todos, para que os males de outros não venham a ser nossos males também.
O papa Bento XVI, na sua mais recente encíclica – Caritas in veritate (A Caridade na Verdade), recordou de maneira magistral um princípio antigo da Doutrina Social da Igreja, que continua atualíssimo na era da globalização econômica: o progresso dos povos só será autêntico se tiver em conta o bem de todas as pessoas e da pessoa toda. Para alcançar isso, será necessária uma atenção sempre maior aos critérios da justiça social, da equidade e da solidariedade, para que os benefícios econômicos sejam efetivamente estendidos a todos. E teremos todos que aprender a viver de maneira mais sóbria, superando certo modo predatório de interagir com o próximo e com a natureza, assimilando sempre mais a ética do cuidado: Se formos todos bons cuidadores da natureza, ela ainda continuará a nos sustentar por muito tempo. Os rumos da economia não podem ficar entregues apenas à lógica do mercado, orientada pelo apetite do lucro a qualquer custo.
O lema da CF-2010 é um dito do Evangelho, no qual Jesus adverte contra o apego ao dinheiro, que pode tornar-se um empecilho para acolher de coração livre e desimpedido o reino de Deus: este é o bem supremo para o ser humano. “Não podeis servir a dois senhores porque, ou odiareis a um e amareis ao outro; ou vos apegareis a um e desprezareis ao outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Lc 16,13). O amor servil ao dinheiro chama-se avareza e pode transformar-se em verdadeira idolatria, levando o homem a sacrificar tudo, mesmo os valores éticos, a saúde e a própria dignidade, para acumular bens. “Que proveito traz isso ao homem? Acaso pode o dinheiro comprar a vida eterna?” - pergunta Jesus. A idolatria do dinheiro cega e torna insensível o coração humano diante das necessidades e sofrimentos do próximo. E também dá certa sensação de onipotência, que faz passar por cima da Lei de Deus.
A CF-2010 abordará a questão econômica de maneira não acadêmica e, de certa forma, provocadora, a partir do olhar dos menos beneficiados pelas teorias econômicas convencionais e de critérios que, apesar de esquecidos, são para alcançar os objetivos prioritários da economia: Pão na mesa, casa, educação, saúde e oportunidades de vida digna para todos os membros da família humana
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Quem sou eu
- Patricia A.
- BH, Minas, Brazil
- Professora de Ensino Religioso,do 6º ao 9º ANO, da melhor escola do estado de Minas Gerais, ESCOLA ESTADUAL AFONSO PENA.